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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Torço o pé... não como!

Há pois é! A vida de trocas tem destas coisas, e quando trabalhamos diariamente para o “aqui e agora” temos consequências dos nossos actos ao momento. Hoje torci o pé. É algo que me acontece variadíssimas vezes. Bem sei que a causa deve-se ao excesso de peso e talvez à alimentação inadequada que tive todos estes anos e por isso, agora sofro deste mal, que tem sido uma constante nos últimos anos. 

Se quisermos dar um simbologismo “à coisa”, baseado muito em livros do género “O teu corpo diz: ama-te”, a ligação de torcer os pés está ligada ao caminhar e para onde queremos caminhar. Às vezes, temos de torcer o pé para ir ao chão e levantar-mo-nos novamente, com algumas dores é certo, mas com cuidados redobrados. É preciso parar e cuidar de nós!

Hoje torci o pé quando ia passear a minha cadela, para me preparar para ir trabalhar à troca, como sempre faço às 5as feiras, no supermercado, onde depois de algumas horas de trabalho, tinha direito a fazer as minhas compras semanais.

Conclusão: caí, magoei-me a sério... e a solução de hoje é mesmo ficar em casa, com o pé ao alto, gelo, descanso... e acabar as minhas mil e uma actividades ligadas ao meu livro.

Ora aqui está uma desvantagem de viver de trocas: trabalha-se tão ao momento e para o aqui e o agora que quando há um precalço na nossa vida, tudo fica afectado, podendo mesmo não termos comida para nos alimentarmos. Felizmente, tenho alguma comida ainda, tenho algum dinheiro (nestas coisas o dinheiro resolve sempre tudo) mas sobretudo tenho imensos amigos que já perguntaram se preciso de alguma coisa! Estas são as vantagens de viver de trocas! O manancial de gente que conhecemos, a quantidade de “boa gente” que nos rodeamos, vale por tudo, pelas torcidelas e por não ir trabalhar em troca de comida!

Outra das vantagens, é que dentro do meu novo role de amigos, tenho enfermeiros, fisioterapeutas, massagistas, osteopatas, fasciaterapeutas... eu sei lá! Pessoas que mais do que trocas, dão ajudas e põem o seu maior dom ao serviço de uma bela amizade.

É por estas e por outras, que ainda não decidi deixar de viver de trocas! 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Belivro à troca!

Das três coisas que me falta fazer na vida (plantar uma árvore, editar um livro e ter um filho), já posso dizer, que só me falta ter um filho! Mas se considerarmos que o projecto Believe é como um filho para mim, então já cumpri a minha missão na Terra! :)

Talvez haja mais gente que tenha filhos do que tenha editado um livro... ou tenha editado um livro do que tenha plantado uma árvore... não sei! Eu plantei a minha primeira árvore no ano do meu 1 ano e 11 dias, com o projecto Plantar uma árvore e foi uma experiência maravilhosa! Não tinha a mínima ideia como seria editar um livro. Na verdade, há mais de 2 anos que leio e releio o livro e ele estava mesmo difícil de nascer!

Parece que editar um livro é coisa fácil, mas digo-vos, para mim, que não gosto muito de tarefas "monótonas" e "similares", escrever um livro e estar focada durante várias horas é algo que não tem muito a ver comigo. Mas pronto, finalmente o livro está pronto!!! E azul!

Talvez este livro tenha dado mais trabalho e tenha sido mais demorado, porque como sempre "eu complico" em vez de "simplifico" (ainda não sou muito pró em "simplicidade voluntária"). Podia para um primeiro livro, ter simplificado a minha vida e ter apenas recolhido os meus melhores posts (ou aqueles que acho que são os melhores) e pronto, livro finalizado e vendido! Mas não! Além de ser um livro todo à troca, desde a sua realização até à sua "venda", ainda quis incluir o mundo... como sempre! 

Pois é, este livro tem os posts, tem um ebook de dicas belivadoras, tem as fotos dos posts, tem bonecas, tem valetrocas, tem desenhos de ilustradores, tem testemunhos... tem 1001 pessoas (ou será 1111???) a contribuir para ele. Eu sou sempre assim... quero abarcar o mundo, quero que todos sejam belivadores, que todos belivem neste mundo que vivo e belivo! Quero mostrar que Portugal (e o mundo) está preparado para um mundo mais partilhado, altruísta e de confiança! 

Este é um livro, que mostra isso! Mostra que mais do que TER, devemos SER. E que na procura da felicidade, não devemos contentar-nos com pouco, com 100%! Devemos sim, ser cada vez melhores, mais saudáveis, mais sustentáveis, mais económicos, mais ecológicos, mais humanos e mais felizes! Assim... seremos mais livres e 111% felizes! Porque para ser feliz... 100% é pouco!!! É por isso, que se chama Belivro: ler e ser 111% feliz! :)

Vejam o site que prepararei para o meu Belivro, aqui.(Já se aceitam encomendas à troca, hém?)

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Livro em andamento (pata de tartaruga)


É oficial: comecei a rever o meu livro, baseado no meu blog! A minha sorte é que já tenho revisora, que depois de ter visto a notícia no Público, se ofereceu para rever a "catrefada" de páginas que o meu blog tem... Que neste momento são nada mais nada menos do que 727. Ora se eu não quero ter mais do que 111 folhas, o que dá 222 páginas, estão a ver como a coisa tem de minguar, né? 

A ideia do livro é que tenha, os posts mais divertidos e interessantes, mas que ao mesmo tempo, possa inspirar mais alguém a "trocar" de vida ou mesmo e apenas, a aprender a fazer mais umas troquinhas. Claro que terá algumas novidades.  Inicialmente vai ter um prefácio em poesia, um texto de um blog que eu li e que adorei (apesar, parecer do "velho do Restelo") e talvez também tenha o primeiro capítulo de um livro que nunca cheguei a editar e que é nada mais nada menos do que o motivo, porque tudo isto começou... A ver vamos! No fim, a ideia é que tenha algumas surpresas, tal como, vales de trocas e afins! Mas mais não posso contar. Surprise!!!!!! :)

Como já tenho editora, gráfica, revisora de texto e até tinteiros à troca (só me falta mesmo o papel , sendo que o que eu queria mesmo, era papel reciclado)... neste momento, anda tudo dependente de mim para escolher os textos e tal... Entretanto, estive a falar com a minha editora sobre como minimizar os custos de um livro e pelo que parece, o que encarece um livro é a capa. Vai daí, tive uma ideia! A capa do livro ser a preto e branco, como aqueles livros de colorir das crianças, sabem? E depois sempre que eu fosse dar uma palestra a uma escola, cada aluno decorava uma capa e entregava-me para encadernar o livro, à troca da minha palestra!... Assim, cada livro terá uma capa diferente, o que é muito mais giro, certo? A ver vamos, como operacionalizar isto!! E claro que o livro não é para vender... será para trocar. O slogan é: "troca-se um livro belivador, desde um abraço até uma casa em Hollywood"... eheheheh....

... Neste momento, das 727 páginas vou em 90! Esta coisa de "cortar" uma data de texto e escolher o "melhor", "mais útil" ou "mais interessante", tem que se lhe diga. Ainda por cima quando é o nosso próprio texto, como se fosse um filhinho! Eheheehe... A minha sorte é que mesmo assim a minha revisora já tinha visto quase tudo e escolhido o que lhe agradou mais... e foi uma grande trabalhão!!! :) Por outro lado, tive também a ajuda de uma pessoa de Guimarães, que me fez o favor de colocar os posts todos do blog num documento word em pouquinhos dias... :) Esta gente é muito "trabalhadeira", hém?... Só podiam ser "belivadores"! :)

Para me inspirar e dar alma à coisa, estou a rever o meu livro enquanto estou a trabalhar à troca ao mesmo tempo no Almaa Sintra Hostel (http://www.almaasintrahostel.com/ ou https://www.facebook.com/almaasintrahostel?fref=ts). À troca de estadia e comida, estou aqui a tomar conta da casa durante a noite, ou seja, a atender os clientes e a fazer o pequeno-almoço. É uma coisa gira de se fazer. Mas melhor ainda, quando o espírito é aconchegante, familiar e descontraído, com uma vista linda sobre o mar e mesmo pertinho da Quinta da Regaleira... ui... Só que o sítio é tão lindo e tão calmo, que eu acho que vim para cá, ressacar das minhas mil e uma andanças... Desta forma,   começar a revisão do livro, foi um "vê-se que te havias" e não havia maneira de começar... Como acordo cedo, mas depois páro durante o dia, começo a ouvir a minha "bela caminha" com lençóis maravilhosamente brancos e passadinhos a ferro (sim, porque como sabem eu não passo a ferro, mas gosto muito, né?) a dizerem: "Andresa, Andrezita estou à tua espera... anda lá... só um bocadinho... vá lá..." E pronto, lá vou eu!

E pronto, agora como ainda tenho umas horitas de "vígilia" pela frente, lá vou eu "escolher", "riscar" e "escrevinhar" mais um "cadito".

Boa noite........................................ e para mim, boas escritas!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A TAP também aderiu às minhas trocas

Enquanto não conseguia voar ou pelo menos tele-transportar-me, nem que mais não seja pelo pensamento e viajar com a mente, começava a pensar que um dos únicos objectivos da minha aventura de viver de trocas, não estava a ser conseguido. E era ele, nada mais nada menos do que viver durante 1 mês, à troca num projecto de sustentabilidade em Moçambique, mais propriamente em Inharrime, no projecto do Centro Laura Vicuña. (ver mais http://amigosinharrime.blogspot.pt/)

Este centro tem uma escola oficial com mais de 1200 alunos e um orfanato com cerca de 60 raparigas, geridas apenas por cinco Irmãs, que tentam a todo o custo, tornar este projecto livre de financiamentos ou donativos, apenas e só, articulando com a população local, desenvolvendo diversas áreas de sustentabilidade, tais como: venda de artesanato, venda de artigos de padaria, horta sustentável para alimentar as crianças, entre outros. Conheci no início deste meu projecto, umas pessoas que já lá estiveram a trabalhar e elas disseram-me que não há nada como estar lá, ver o trabalho no terreno, a felicidade das crianças e o que se faz com tão poucos recursos, como se de magia se tratasse. Assim sendo, quando decidi fazer o meu projecto, achei que era bem giro, se eu vivesse à troca num país estrangeiro, para que em troca do meu trabalho pudesse comer e dormir, como aconteceu com as outras comunidades portuguesas onde estive este ano. Contudo, o que seria mais difícil  não seria fazer com que me aceitassem nestas condições de troca, porque a maior parte das vezes, este tipo de trabalho é feito nestes moldes, contudo, o mais difícil mesmo seria a viagem à troca para Moçambique.

Andei quase 1 ano, durante este meu tempo de projecto a tentar chegar à TAP e a outras companhias áreas para que pudesse fazer a dita troca e apesar de ter sido durante muito tempo, esta minha tentativa, parece que, quase no final do projecto tudo se desenrolou facilmente e consegui, no âmbito do Ciclo de Conferências RH, gerido pela Gestão de Talento | Recursos Humanos do Grupo TAP fazer uma troca maravilhosa: uma viagem a Moçambique à troca de formação comportamental, que é a minha área profissional.

Tenho-vos a dizer que foi sem dúvida das melhores coisinhas que me aconteceu durante este ano... Pois esta era a tal troca, que já começava a "desabelivar" aos pouquitos e devagarinho... Mas quando apresentei o meu projecto de troca e verifiquei que havia possibilidade e abertura por parte da TAP, foi sem dúvida maravilhoso pensar, que afinal as trocas, são mesmo possíveis em tudo, bastando belivadores nos sítios certos, boa vontade e pessoas cada vez mais a acreditar no tal mundo azul. "És responsável por tudo o que cativas." já dizia o Principezinho.

Este ano, já não consigo ir a Moçambique, nem consigo dar a formação, porque tudo tem o seu tempo, mas para o próximo ano, a minha parceria com a TAP já está confirmada e lá vou eu para Moçambique, satisfazendo mais um sonho da minha vida, que é ir em missão!

Tudo é possível... e um dia, depois das trocas com a TAP começo a sonhar com asas próprias! Literalmente!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Lágrimas por aí...

Ultimamente dou por mim, a lançar lágrimas... mas daquelas de contentamento ou emoção, assim do nada. Aconteceu-me a primeira vez, há dois anos, no Festival do Avante, quando vi chorar a vocalista do "Amor Electro", quando se emocionou a cantar a música: "A máquina parou" com a sua filha no palco. Foi um momento lindo e único! E dei por mim, no meio de uma multidão de gente a pular e a cantar e eu a chorar de emoção a ver uma cantora, no meio da sua humildade como ser humano a emocionar-se em cima de um palco. Nesse dia, pensei que um dia estaria assim num palco com tanta gente, para que um dia também eu me emociona-se. É verdade, ultimamente dou por mim nestas "figurinhas" como se chorar fosse um prolongamento de mim, tal como o rir o é.

Hoje foi mais um desse dias, numa palestra de Pedro Elias, no Instituto "Quiron" no lançamento da 2.ª edição do livro "Murmúrios de um tempo anunciado". Já li os livros do Pedro, todinhos! Comecei pela "Janelas de dois mundos" (livro 2) depois a "Chave de Andrómeda" (livro 3) e por fim, este "Murmúrios de um tempo anunciado" (livro 1) e sei que já há um "livro 4" escrito e a ser editado em breve. Quando comecei a ler os livros, era um tipo de assunto que não entendia, porque eram livros que aconteciam em vários tempos e/ou dimensões, mas a história de amor por detrás ou pelo meio do livro, fazia-me vibrar e quase que acreditar, que eu já tinha sido uma daquelas personagens... (Podem ver todos os livros aqui: http://www.anuea.org/livros.html)

Todos os livros falam de Portugal, da "descoberta" actual de Portugal e de como o nosso país tem uma função no despertar do mundo... tal como Fernando Pessoa, Agostinho da Silva ou Camões diziam... E por isso, estes livros também me interessaram tanto. Contudo, hoje, na palestra de apresentação da re-edição foi muito importante, ouvir o autor do livro a falar de como sente este livro e de como ele se traduz para ele... E foi muito importante ouvi-lo falar de uma data de coisas que não teve outra resposta da minha parte, do que, lágrimas nos olhos e lágrimas a escorrerem pela minha cara... de emoção... de comoção... e de um sentimento "enorme", universal e lindo... que é o entendimento entre seres, que se pode traduzir em energia, empatia ou amor... Chamem o que quiserem... mas isso, realmente não interessa nada! 

E por isso, vou transcrever algumas das frases que o Pedro referiu... e que me fizeram sentir, estes sentimentos que atrás vou contei:

"Quando não tivermos certos e errados, somos verdadeiramente livres. Quando não colocarmos etiquetas, somos livres."
"Só sendo livres, podemos amar incondicionalmente sem esforço, porque tudo é normal."
"Os caminhos certos são a construção da mente do homem, consoante os seus interesses e culturas. Não são reais! Se eu sigo os caminhos certos, eu não sou livre. Eu tenho de seguir o caminho verdadeiro."
"O caminho da vida é aquele que ela me dá a cada instante. Não é certo nem errado, bom nem mau... É vivo e real!
"O amor passa para além do bem e do mau. O amor não divide. Não há bom e mau. Não há certo ou errado. O amor é tudo! É uno!"
"Podemos ser livres numa ditadura... Podemos não ser livres numa democracia. O estado de liberdade é interno. É verdadeiro, de amor!"
"O certo e errado é uma prisão. Não há liberdade! Logo aí o amor não flui, porque há divisão."

Dá que pensar, não!?!?... E emociona-se com isto, não é!? Claro que quando se refere que o bem e o mau não existe e o certo e errado também não... não estamos a falar do bem e mal que vimos e que, consoante a nossa cultura o definimos como bem e mal ou certo e errado. O que isto quer dizer, é que quando somos nós verdadeiramente, sem o ego inflamado e a pensar/sentir/agir com a alma ou coração... aí sim, somos genuínos e não há essa divisão, porque "somos nós verdadeiramente"! Enquanto não nos descobrimos como seres que somos, mais do que esta carapaça que nos colocam e nós usamos e deixamos, aí sim, há muito bem e mal... há muito certo e errado... há muita divisão! Porque ainda não somos unos, nem iluminados, nem seres perfeitos.

Com esta palestra pus-me a pensar que afinal de contas o que eu quero não é ser 111% feliz no final de tudo. O que eu quero, é ser livre... sendo livre, sou feliz... sendo livre, eu sou tudo! Ou seja: EU SOU!

http://www.youtube.com/watch?v=tnBccuIDTTw

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Um livro que me fez sorrir!

Tenho a dizer-vos que hoje estou rendida!!!! Mas mesmo rendida! Outro dia recebi um email de uma rapariga a dizer que me queria dar um livro por troca de 2 kilos de abraços!!!! Pareceu-me uma boa troca, hém?

Lá lhe dei a morada para me enviar o dito livro, que se intitula "Um livro para ti" e que é nada mais nada menos do que o primeiro livro bookcrossing dedicado às crianças e a Portugal! E tenho a dizer-vos estou mesmo rendida e apaixonada!!!!

Podem ver mais detalhes aqui: http://www.umlivroparati.blogspot.pt/search/label/Conceito e https://www.facebook.com/pages/Rita-Correia-Ilustradora/273821809409?ref=ts&fref=ts

Agora imaginam que eu vou ao correio buscar o livro e como sou muito curiosa abro logo a embalagem em plena estação de correios e nisto caem-me 2 corações para o chão!... Sorri... nada mais podia fazer do que sorrir... e ficar com a lagrimita no olho, porque afinal ainda há pessoas que pensam nos pequenos pormenores da vida! Além dos corações, a Rita (ilustradora que escreveu, desenhou e editou o livro) ainda me enviou umas coisas fantásticas, tais como vales de abraços e beijos e também umas imagens para fazer desenho em movimento que eu adoro. Ora vejam! http://www.youtube.com/watch?v=HsEg6mjOxj0

Não é o máximo!!!?!?!?!!? Eu sempre adorei estas coisas de vales e afins... daquelas coisas que podemos pura e simplesmente pedir a qualquer hora do dia e da noite, quando nos sentimos sozinhos, perdidos ou a modos que cansadotes!!!! 

Fiquei tão mas tão feliz de receber este livro, que nem vos digo nem vos conto... só me apetecia subir pelas paredes... Adoro conhecer estes projectos e estas pessoas criativas que sonham com um Portugal diferente, criativo e que se esforçam por fazer sorrir e fazerem magia com os seus maiores dons!!!! 

A D O R E I!... Fez-me muito bem... e sorri!

http://www.youtube.com/watch?v=3aJNZ5gQ9n0



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O problema é o papel higiénico

Ah pois é! Tudo devia ser ecológico, económico, sustentável, durável, saudável, prático e simples... como o Mooncoup. Para quem não conhece o Mooncoup, como eu não conhecia, o Mooncoup é um copo menstrual, logo, um objecto de uso feminino. (ver mais em http://www.mooncup.co.uk/) Estou há alguns dias a pensar se devia ou não falar deste assunto no meu blog. Porque realmente não é um assunto assim a modos que muito público (sendo até algo privado e íntimo) e não se pode dizer que seja uma coisa assim de utilidade "pública". Contudo, a maior parte dos meus posts também não são de utilidade "pública" e eu escrevo-os. Depois, porque quando acabei de ler o livro "Dormir nú é ecológico", verifiquei que a autora, falou um capítulo inteiro sobre a sua experiência com o Mooncoup e apesar dela falar das suas sensações com a utilização do dito copito, achei que o capítulo foi de interesse público, pelo menos para o público que sou eu. Por isso, decidi falar sobre ele. Não decidi falar sobre a minha experiência com o dito cujo, porque isso é a modos que íntimo (apesar de poder proceder a opiniões e esclarecimentos por emails às leitoras femininas do meu blog... eheheheh... ), mas porque estou tão maravilhada com o facto de o usar, que acho que a maior parte das coisas que usamos na vida, deviam se assemelhar a ele!

Pois é, o Mooncoup é muito mais prático que um tampão, muito mais higiénico que um penso, muito mais durável do que tudo isto junto (porque dura uma vida), muito mais económico (porque volto a dizer, dura uma vida), muito mais ecológico do que tampões e pensos juntos e muito mais simples! E foi depois desta minha experiência com o "copo lunar" mais fantástico de todos os tempos, face ao stress menstrual mensal, que pensei que tudo na vida (pelo menos no que toca a higiene) devia ter uma solução como o Mooncoup.

Fiz uma retrospectiva rápida no meu dia-a-dia face a produtos de higiene e constatei, que ao contrário das mil e uma necessidades que tinha no passado, neste momento preciso apenas e só do seguinte:
- sabão azul e branco para o cabelo e para o banho: ainda não uso o belo do sabão, porque ainda tenho muitas amostras de shampôo e de gel de banho para gastar que vão dar até ao final do projecto, contudo, já estou convencida que não há nada mais saudável e higiénico do que o belo do sabão. E com a vantagem que também se pode lavar com ele, a roupa, a loiça e fazer mais algumas limpezas domésticas. É o chamado "Tudo em 1". A quantidade de shampôos e cremes e máscaras que eu usava... ui..........
- mooncoup: em substituição de pensos e tampões, nada melhor, mais prático, económico e higiénico
- desodorizante: apesar de toda a gente me explicar que os desodorizantes fazem muito mal, principalmente os anti-transpirantes porque fomentam o cancro da mama, ainda é algo que não deixei de usar. Também tenho a opção de usar, o desodorizante que fiz na comunidade das Caldas da Rainha, com azeite e canela, mas como preciso de muitos ingredientes para o fazer, não se torna muito económico. Contudo, falaram-me de um cristal que dura mais de um ano. Nunca o experimentei, mas já o vi e parece-me muito bem. (Ver mais em http://www.granja57.com/index.php?main_page=product_info&products_id=236)
- escova e pasta dos dentes: ainda tenho pasta dos dentes e escovas de dentes. A pasta dos dentes foi a minha prenda de anos da maior parte dos meus amigos, que me deu para estes meses todos... quanto às escovas dos dentes, quando fiz a limpeza da casa da minha avó, havia lá uma data delas fechadinhas e novinhas que me vão servir por uns tempos bons. Contudo, em breve, quero usar a escova de dentes iónica que também dura quase para toda a vida e é muito mais saudável do que a catrefada de pastas de dentes com fluór que por aí há. (Ver mais em http://www.halitopuroprodutos.com.br/halitose.php?codigo_produto=4)
- cremes deixei de usar pura e simplesmente: antes tinha cremes para os pés, para as mãos, para a cara dia, para a cara noite, para as olheiras, para os lábios, para o corpo, para as unhas e cutículas, exfoliante de corpo, exfoliante de cara, exfoliante de pés, máscara de cara, película de cara e mais trinta por uma linha... deixei de usar tudo. Estou sem borbulhas e sem rugas e a minha pele nunca esteve tão bem. Acho que não é só de não usar cremes, mas também porque bebo mais água e como melhor! Por isso, não há necessidade de nada de artificial como prevenção ou tratamento!
- desmaquilhante: como tenho deixado de usar maquilhagem não preciso de desmaquilhante, mas se precisar, já sei que o melhor mesmo é azeite virgem!

A única coisa que me é mais difícil de solucionar é mesmo o papel higiénico... Ora bem... isto é algo que me tem atormentado... No início do projecto, fazia muitas trocas com um amigo que me arranjava restos de papel higiénico de um hotel finíssimo que sempre que o cliente mudava de quarto e não acabava o papel higiénico, esse mesmo rolo ficava inutilizável, sendo que os funcionários o podiam trazer para casa. Era assim que eu fazia as minhas trocas iniciais: com os restos destes rolos do hotel. Neste momento já não faço estas trocas com o meu amigo. Assim sendo, muitas vezes, uso guardanapos de papel que ainda tenho, ou então partilho com outras trocas cá de casa, o papel higiénico da minha companheira de casa! Contudo, é algo que ando a matutar... o papel higiénico, neste momento é a "coisa" menos ecológica e sustentável que uso. Além de se ter sempre de comprar, não se poder reutilizar e não ser nada higiénico (já explico esta parte, ok?) começo a precisar de ter forma de me sentir autónoma com esta situação.

Vai daí, sempre que posso faço esta questão pelas comunidades que tenho vivido e numa delas, uma pessoa disse-me: "Eu não uso papel higiénico. Lavo-me sempre depois de ir à casa-de-banho. Não é nada higiénico, o papel higiénico. Ora vê: se tiveres o chão sujo, como fica mais limpo, se limpares com um papel ou se lavares com uma esfregona?" Bem, fiquei a pensar naquilo. Quando li o livro do "Dormir Nú é ecológico" soube que a rapariga teve as mesmas questões... e que era uma coisa que também "azucrinava" a sua cabecinha de nova ecologista. Pois é, ando aqui a pensar como fazer... por exemplo: com uma esponja (como soube que faziam numa outra comunidade onde estive), com uma toalha, ou com outro substituto de papel... Hoje, andei a pesquisar na net sobre isso e encontrei várias opções, ora vejam: http://manosguardanapo.blogspot.pt/2008/07/alternativas-naturais-ao-papel-higinico.html e uma outra, que me parece muito bem: http://forumdacasa.com/discussion/16726/chuveiro-junto-a-sanita-sistema-asiatico

Bem... enquanto a minha vida não é na Ásia e enquanto uso o papel higiénico da minha companheira de casa por troca de outras coisas que troco... o melhor é ir pensando num novo sistema, tão bom como o Mooncoup: ecológico, económico, sustentável, durável, saudável, prático e simples... Alguém tem alguma ideia?


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Andresa sem medo!

Imagem alterada a partir do logotipo do João Sem Medo... lolol... 

Ora bem, hoje o dia voltou a ser repleto de reuniões e conversas, para cada vez mais, passar a palavra do belivanço, por todo o mundo! 

Hoje fui falar durante a hora de almoço no Restaurante "Quarto com vista" (ver mais em http://www.lxfactory.com/PT/residentes/restauracao/cafetaria-coworklisboa-quarto-com-vista/) em convite da empresa social "João Sem Medo" (ver mais em http://www.joaosemmedo.org/), uma empresa de empreendedores para empreendedores, com a filosofia de  Muhammad Yunus, que ganhou o prémio Nobel da Paz. (ver mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/Muhammad_Yunus)

A "João Sem Medo" pode ser considerada uma comunidade... Uma comunidade de vários empreendedores que querem trabalhar em comunidade com outros empreendedores, num mundo melhor! É engraçado ver, como todos trabalham em conjunto, mas com um grande leque de vertentes profissionais, que se conjugam nas necessidades e desejos dos vários elementos. Por outro lado, têm uma grande verdade interna, que diz, que qualquer pessoa pode ser um bom empreendedor, independentemente de quem seja! Nada está determinado no futuro, por isso, podemos sempre ter uma ideia e arriscar... não ter medo dessa ideia, não ter medo de tentar, não ter medo de viver! Porque no fim de contas, "As ideias falham, as pessoas não!"

Sempre que eu falo sobre o meu projecto a uma pessoa, ela diz-me: "É preciso ter coragem." E eu fico sempre a pensar naquilo: "Bem, realmente, o significado do meu nome é Coragem... mas acho que não tenho assim tanta coragem... acho que não tenho é medo." É que é um pouco diferente, não ter medo ou ter coragem... e se for só isso, não ter medo já é muito bom!

Uma vez ouvi também uma frase que dizia: "O medo é o que nos faz viver." E eu fiquei a pensar naquilo... É o que nos faz viver!?!?!? Ok, como forma de precaução do perigo, dos limites, da realidade... ok... tudo bem, mas não será que é o que nos faz deixar de sonhar? Cada vez mais, dou por mim, a ter menos medo das coisas. Muita gente diz que eu arrisco muito quando dou boleia a desconhecidos, quando viajo sozinha pelas nacionais às tantas da madrugada, quando durmo em sítios que não conheço, quando troco sem saber quem são as pessoas... eu não sei se é arriscar, se é falta de medo, ou se é confiar! Mas se é confiar, eu confio, e cada vez mais! O confiar está intimamente ligado ao acreditar... e quando se acredita... confia-se... e quando se confia... acredita-se!

Eu acredito que é possível arriscar... não ter medo... confiar... Mas tenho medos também... alguns, cada vez menos... mas alguns! Não sou a "Andresa Sem Medo", mas posso intitular-me a "Andresa com sonhos"...numa Floresta Azul com os nãosonhesquelogomorresdetristeza! (Eu não li a história do João Sem Medo, mas fui ler a sinopse para escrever o post de hoje... a ver se arranjo o livro à troca ou emprestado... não posso perder a história! http://cozinha-das-letras.blogspot.pt/2011/03/as-aventuras-de-joao-sem-medo-de-jose.html)

Aqui fica um cheirinho... http://www.youtube.com/watch?v=k8h7XDteml8

domingo, 19 de agosto de 2012

Dias trocados

A minha vida tem sido tão diferente e com mudanças tão repentinas, que eu nem sei muito bem o que é rotina, normalidade, casa ou vida! Bem, vida é tudo isto e nada disto... O que quero dizer é que a única coisa que sei neste momento é para as comunidades que vou. Agora quando vou, o que vou fazer entre as comunidades, como vou lá chegar, o que lá vou fazer nelas, etc... Nunca sei... não sei nada de nada! Saídinha do Fojo julgava que ia directamente para a 8.ª comunidade, mas nada disso... optei por descansar dois dias na casa da tal minha amiga, na Casa Raíz em Avecasta, que já aqui tinha falado e que volto a falar... porque isto é mesmo um descanso para a alma! (Ver mais em: https://www.facebook.com/pages/Casa-Raiz-Guest-House/222880011107886)

Hoje o dia foi de puro descanso... comidinha maravilhosa ao ar livre, internet para actualizar as minhas publicações no blog, leitura do meu livro, ida a um rio lindo chamado Rio Nabão na Nossa Senhora das Lapas, uma sesta da parte da tarde, etc etc.... só coisas para confortar a alma e o corpo do cansaço físico que venho a sentir.

E porque vos digo que os meus dias estão todos trocados, como se de vidas diferentes se tratassem? Ora vejamos as diferenças entre locais onde vou habitando:
. Num local sem electricidade, passo para umas torradinhas com manteiga, a sair da torradeira
. Num local onde durmo na tenda de campismo partilhada com a minha cadela, cheia de pêlos e folhas e terra, passo para uma cama com lençóis lavados num quarto que tem quatro vezes o tamanho da minha tenda
. Num local onde há um tanque onde se lava a roupa à mão, passo para roupa lavada na máquina de lavar com um detergente muito cheiroso
. Num local onde bebo água de uma fonte maravilhosa (porque a verdade é que não quis beber o vinho maravilhoso que por lá havia) bebo sangria de champanhe com amoras 
. Num local onde lavo os dentes com pasta de pó de argila, passo para a pasta de dentes com sabor a mentol
. Num local onde vejo um céu lindo e maravilhoso cheio de estrelas, passo para um pôr-do-sol vermelho com nuvens desenhadas no ar

Não consigo dizer que um sítio é melhor que o outro... um onde me sinto melhor do que o outro. Nada disso. Não é isso que se prende nesta minha associação de ideias, mas sim, de que a minha vida muda em fracções de segundos de um oposto para outro, como se fossem vidas diferentes. E eu gosto! Gosto da mesma forma da água da fonte fresquinha e com um sabor verdadeiro a água e ao mesmo tempo adoro a sangria de champanhe... finíssimo! Gosto de dormir no meio do campo e abrir o fecho éclair da porta da minha tenda e conseguir ver as estrelas deitada no meu colchão de ar, mas também gosto de abrir a janela do quarto e ver as borboletas na rua... E gosto de andar descalça no chão de tijoleira, mas também no meio da terra e das pedrinhas, ainda que não esteja totalmente habituada! E gosto de tudo... e gosto do melhor dos dois mundos... e sinto-me pertencente aos dois.. e sinto-me bem e una com tudo e com todos... (Bem, tem dias... há dias e dias, claro!)

... E para finalizar este dia de descanso do guerreiro, quero partilhar convosco um parágrafo que li, do livro do "Dormi nu é ecológico" onde me revejo até ao tutano... aqui vai:

"Antigamente ficava ansiosa com as coisas que tinha de fazer, as lojas a que tinha de ir, as pessoas com quem tinha de me encontrar, os produtos que tinha de comprar, as ementas que tinha de elaborar e por aí adiante. Agora sei que um frigorífico vazio não se traduz num estômago vazio, nem tão pouco uma carteira vazia significa armário vazio - na verdade, quanto menos coisas tiver na minha vida, mais preenchida me sinto, o que pode parecer budista e forçado, mas nem por isso deixa de ser verdade." (Vanessa Farquharson)



sábado, 4 de agosto de 2012

... do caos nascem as estrelas!

By weheartit

O texto não é meu... mas apetece-me partilhá-lo e é isso... 

"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto. E, então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, o meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando me amei de verdade, comecei- me a livrar de tudo que não fosse saudável ... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o Futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode-me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... SABER VIVER! ! ! ! ! ! ! ! ! !

Não devemos ter medo dos confrontos... Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas."

sábado, 14 de julho de 2012

Livros da minha vida

Já falei aqui outro dia dos filmes da minha vida... Ora hoje está na altura de falar dos livros da minha vida! Há uma data de livros importantes e que nós gostamos... uns que já lemos e outros que queremos tanto, mas tanto ler que parece que já os conhecemos desde sempre. Já vos falei aqui de alguns, uns que acho mesmo muito bonitos para motivar a nossa vida, outros que nos fazem sonhar e outros que nos dão realmente dicas importantes para a nossa vida. Assim sendo, vou listar aqui os 11 livros que considero o "supra-sumo da barbatana", dos que já li e dos que quero ler!

JÁ LI E RECOMENDO:

. 1984

. Quero falar-te dos meus sentimentos

. O teu corpo diz ama-te

. Como tornar-se doente mental
http://www.wook.pt/ficha/como-tornar-se-doente-mental/a/id/182129

. Janelas entre dois mundos

. Tudo o que comemos conta




LIVROS QUE NAO LI MAS QUERO LER!
. O monge que vendeu o seu ferrari (tenho mas ainda não li)
http://www.wook.pt/ficha/o-monge-que-vendeu-o-seu-ferrari/a/id/80562

. Homem sem dinheiro
http://www.wook.pt/ficha/o-homem-sem-dinheiro/a/id/12316666

. O código secreto
http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=12259

. Manual do arquitecto descalço
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2605111/manual-do-arquiteto-descalco

. Diagnóstico oriental (tenho mas ainda não li)
http://www.wook.pt/ficha/diagnostico-oriental/a/id/10599407

. Bíblia sagrada (tenho mas ainda não li)
http://www.wook.pt/ficha/a-biblia/a/id/186685

. Conversas com Agostinho da Silva (tenho mas ainda não li)
http://www.wook.pt/ficha/conversas-com-agostinho-da-silva/a/id/169132

. Fui eu que mexi no teu queijo (tenho mas ainda não li)
http://www.wook.pt/ficha/fui-eu-que-mexi-no-teu-queijo/a/id/107448

. Maria, a maior educadora da história
http://www.fnac.pt/Maria-A-Maior-Educadora-da-Historia-Augusto-Cury/a201161

. Os quatro acordos (tenho mas ainda não li)
http://www.wook.pt/ficha/os-quatro-acordos/a/id/80962


. Dormir nú é ecológico (tenho mas ainda não li)


Se me quiserem emprestar algum destes, digam... que trocamos! :)

http://www.youtube.com/watch?v=wUSWvr4nddI

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Com 11 letrinhas apenas se escreve a palavra...

... "abraçamento"! Ou seja, o acto de abraçar! LooooL... 

De todas as coisas que me lembro agora assim à pressão, aquela que acho que é mais difícil de aprender a perceber o que é verdadeiramente, é um abraço!
A que eu acho que é mais rara de se encontrar por aí ao virar da esquina, é um abraço!
A que se sente verdadeiramente e genuinamente como se fosse a coisa mais especial do mundo, é um abraço!
A que se ganha energia, sente-se união independentemente da pessoa que está do outro lado, é o abraço! 

Adoro abraços! Mas é um gosto muito recente! Acho que só aos meus 29 anos de vida, recebi o primeiro "verdadeiro" abraço!  E por isso, só comecei a gostar de os dar a partir daí! Posso lembrar-me do dia, da hora, do motivo, do local onde foi dado, da razão, dos intervenientes e do que senti! E foi completamente diferente do que já havia sentido até ali, no que se toca aos abraços!... Claro que recebi abraços da minha família e tal desde sempre... mas "o" verdadeiro abraço foi-me dado por um colega meu, na sua despedida para um outro país para onde ia trabalhar. E digo que foi "o meu primeiro e verdadeiro abraço" porque senti-o de forma diferente... não sei bem explicar! E quando digo isto, não falo da componente do abraço homem-mulher... nada disso, foi um abraço neutro de sexualidade, mas forte de humanidade! 

E é isto que tenho visto ao longo do tempo: um abraço por dia nem sabe o bem que lhe fazia... a si e à humanidade! LooooL... Portugal e os portugueses tocam-se pouco... abraçam-se pouco... os filhos abraçam pouco os pais... os pais abraçam pouco os filhos... os irmãos abraçam-se pouco... os amantes abraçam-se pouco... os amigos abraçam-se menos ainda... então os colegas ou desconhecidos... bem, decididamente não se abraçam!

Houve uma altura que no meu local de trabalho me apeteceu começar a abraçar os meus colegas, o meu chefe, todos à minha volta... todos os que aparecessem à frente! E foi engraçado perceber as reacções: "Andresa, está bem? Está tudo bem consigo? Que estranha atitude!"... Como se eu tivesse fumado alguma coisa que não era de todo a mais indicada ou como se o abraço pura e simplesmente fosse algo que não era "ético" ou "correcto" de se fazer em âmbito profissional... Enfim... o abraço é verdadeiramente um assunto "tabu" e pouco aceite! Infelizmente! :(

"Mas precisamos assim, tanto de abraços?!" Diria que precisamos tanto de abraços, como de respirar... pois só assim nos reconhecemos como pessoas... só assim conseguimos sentir o outro... só assim nos revemos como iguais... 

...

Outro dia, uma pessoa quis conhecer-me e falar comigo e percebi no início da conversa que ela precisava mesmo de um abraço... Não sei... olhei para ela e pura e simplesmente achei que sim. Então antes que a conversa se delonga-se muito disse-lhe: "Antes de mais vou dar-lhe um abraço..." E assim foi! Dei-lhe o abraço e olhos nos olhos, a pessoa disse-me: "Ai...... já não recebia um abraço destes há anos... precisava mesmo. Dá-me outro?" E é assim que a magia do abraço funciona! 

Sempre que posso, dou abraços... nas trocas, quando dou palestras, aos meus amigos... mas digo-vos que começa a ser mais fácil para mim dar abraços a desconhecidos do que a conhecidos... não sei porquê... mas parece que o abraço não tendo feito parte do meu passado, parece que está fora da caixa e não faz parte do pacote. 

O último abraço que recebi foi ontem... da filha de 3 anos de um colega meu. O pai disse: "Dá um abraço à Andresa." E a menina que mal me conhecia, vem directa a mim com os seus olhos azuis transparentes como o mar e o cabelo loiro como o sol e abraça-me com tanta entrega e amor que me soube a ginjas... Bem, não diria a ginjas... diria mesmo que me soube a pózinhos de pirlimpim pim de uma fada encantada, tipo a Sininho do Peter Pan... Que maravilha! Como as crianças dão abraços de forma tão simples e perfeita!

Não há nada que se troque simultaneamente do que os abraços. É uma troca que não fica para depois... é uma troca que é ali e agora, no momento presente, não fica para depois! Ficam os dois a ganhar! ;)

Por falar em abraços, deixo-vos alguns links de coisas relacionadas com abraços, que simplesmente adoro! Espero que gostem e que se motivem para abraçar cada vez mais... Porque já sabem: "O abraçar é que está a dar!" :)



terça-feira, 19 de junho de 2012

Felicidade

"Felicidade não é o Verão... 
... mas sim um dia de sol radioso, depois de um longo período de chuva.
Felicidade não é a conquista...
... mas é dares o melhor de ti próprio em cada coisa que fizeres.
Felicidade não é o êxito permanente...
... mas é conseguires fazer aquilo que julgavas não seres capaz.
Felicidade não é ter tudo...
... mas é saber querer alguma coisa.
Felicidade não é a bravura...
.. mas é a coragem de fazeres o que sentes que tens de fazer.
Felicidade não é a glória... 
... mas é teres alguém junto de ti, quando te sentes só e desanimado.
Felicidade não é aquilo que realizaste... 
... mas o que tens para realizar.
Felicidade é teres confiança em ti próprio e sentires pelos outros o mesmo que sentes por ti."

Este poema é um dos meus preferidos num livrinho da minha infância... Hoje não tenho nada mais a dizer... diria apenas que...

Felicidade não é ter um jardim florido imenso, mas ter na nossa mão uma margarida perfeita!
Felicidade não é termos um jantar de luxo, mas é termos alguém que nos faça um jantar quente quando chegamos a casa.
Felicidade não é termos estrelato, mas é recebermos pózinhos de prilim pim pim sinceros, de pessoas que mal conhecemos.
Felicidade não é termos uma casa junto à praia com prestações por pagar, mas sim um casa em "cascos de rolha", mas gratuita e do fundo do coração "dada" por alguém.
Felicidade é sentirmos o outro melhor, apenas e só pela nossa presença.
Felicidade é voarmos sem direcção, mas confiando que o destino é mesmo o que desejávamos.
Felicidade é... viver um dia de cada vez!

Muito grata*

segunda-feira, 23 de abril de 2012

1.º Artigo - Liberdade

Fui convidada para escrever o meu primeiro artigo, sobre o meu projecto e a associação que ele tinha com a temática liberdade! Nunca tinha pensado no assunto e até à data nunca tinha reflectido na importância da liberdade neste meu projecto! Hoje, acho que este meu projecto é apenas e só liberdade!

Sempre pensei no conceito de liberdade como oposto de libertinagem, ou naquela máxima que adoro: "A minha liberdade termina quando começa a do outro", mas mais na versão: "A minha liberdade e a liberdade do outro começa e termina no mesmo sítio."

Ao ter de pensar neste conceito parece-me que a minha grande descoberta, não foi o como me sinto actualmente livre, mas o como é difícil a decisão de querermos ser livres! A liberdade é e sempre será a nossa meta... e essa sim é mais do que ser-se feliz!

Convido-vos a ler o meu artigo completo em: http://issuu.com/progredir/docs/revista_progredir_004?mode=window&backgroundColor#222222, na página 40 - Lifestyle!

 E agora a musiquinha da praxe: http://www.youtube.com/watch?v=diYAc7gB-0A

*

sábado, 31 de março de 2012

Quero falar-te dos meus sentimentos

Este é um dos livros mais importantes da minha vida! Porque foi dado a uma pessoa especial num momento especial e porque foi transcrito no dia mais especial da minha vida!


É um livro pequeno, simples, "básico", comprado numa bomba de gasolina à beira da autoestrada que mudou a minha vida!


Hoje, tenho muita coisa que me apetecia dizer... contar... falar dos meus sentimentos. Prefiro ficar em silêncio e transcrever algumas partes deste livro que diz tudo o que me vai na alma da forma mais singela e perfeita!


Fiquem portanto com o que quero falar dos meus sentimentos:


Comunicar é como jogar andebol. Eu atiro a bola e tu apanha-la. Depois, tu atiras a bola e eu apanho-a . E, outra vez, eu atiro a bola.

Tal como precisamos de atirar a bola para trás e para a frente para jogar andebol, precisamos de falar uns aos outros dos nossos sentimentos para comunicar. Se estamos demasiado pertos ou excessivamente afastados uns dos outros, não é fácil jogar andebol. A comunicar é o mesmo. Se estivermos muito perto ou demasiado afastados dos nossos amantes ou dos nossos amigos ou de um filho ou dos nossos pais, não será fácil comunicar com eles.

A comunicação não começa com ambas as pessoas a falar ao mesmo tempo. O primeiro gesto tem de partir de uma delas. Alguém tem de atirar a primeira bola. Mas você pode não querer ser o primeiro a atirar a bola – pode querer esperar que alguém lha atire. (Porque quando a atira e ninguém tenta apanhá-la, fica infeliz.)
Há alturas em que se sente inesperadamente rejeitado. Há alturas em que atira a bola, querendo jogar andebol com outra pessoa, e acaba por ver essa pessoa atirar a bola a uma terceira. É por isso que é preciso ter a coragem para ser o primeiro a atirar a bola.

Algumas vezes, quando finalmente arranjamos coragem para atirar a bola a outra pessoa, ela desvia-a para o lado. Ou lançamos uma bola com toda a nossa alma, e a pessoa a quem atiramos devolve-a com um pontapé... Alguma vez isso lhe aconteceu?

Ou atiramos uma bola muito rica e muito grande, que nos é devolvida muito mais magrinha... Alguma vez isso lhe aconteceu?

Todos nós queremos que as bolas que atiramos sejam aceites. Todos nós queremos ter alguém que ouça o que temos para dizer. Todos nós queremos que os outros saibam que existimos. Mas quem é que realmente está pronto para aceitar todos aqueles que querem que os outros dêem por eles? Se a pessoa a quem atiramos uma bola com toda a nossa alma a apanhar, e se nós apanharmos a bola que essa pessoa nos lança de volta, então um acto de comunicação acontece.

Quando as comunicações não concretizadas se acumulam, as nossas emoções tornam-se instáveis. Tornamo-nos tristes, preocupados, zangados, preconceituosos, pouco amigáveis. E, de vez em quando, explodimos... Então, pouco a pouco, chegamos a um ponto em que não sentimos nada... E mais tarde ou mais cedo, estamos sós.

Trocar comunicação é uma boa maneira de comunicar. Não trocar comunicação é uma má maneira de Comunicar. Vivemos graças à comunicação. (...)

Quero falar-te dos meus sentimentos. - É assim que a comunicação começa.”

http://www.youtube.com/watch?v=ILWSp0m9G2U

segunda-feira, 19 de março de 2012

Felicidade...

Mia Couto, no livro "Mar Me Quer" diz: "Sou feliz só por preguiça. A infelicidade dá uma trabalheira pior que doença: é preciso entrar e sair dela, afastar os que nos querem consolar, aceitar pêsames por uma porção da alma que nem chegou a falecer."

Mas não é deste livro que vos venho falar hoje e sim do livro que mostro na imagem de hoje! Um livro fininho, supostamente infantil, dos meus tempos de miúda, que diz assim, com toda a sabedoria do mundo:

"Felicidade não é o Verão, mas sim um dia de sol radioso depois de um longo tempo de chuva.
Felicidade não é a conquista, mas dares o melhor de ti próprio em cada coisa que fizeres.
Felicidade não é o êxito permanente, mas é conseguires fazer aquilo que julgaves não seres capaz.
Felicidade não é ter tudo, mas é saber querer alguma coisa.
Felicidade não é bravura, mas é a coragem de fazeres o que sentes que tens de fazer.
Felicidade não é glória, mas teres alguém junto a ti quando te sentes só e desanimado.
Felicidade não é aquilo que já realizaste, mas o que tens para realizar.
Felicidade é teres confiança em ti próprio e sentires pelos outros o mesmo que sentes por ti."

Como andei tantos anos enganada em relação à felicidade...

http://www.youtube.com/watch?v=Y4qdihsuUSY (Escolha Dj White Cosmic Wind)

sexta-feira, 9 de março de 2012

Dormir nu é ecológico

... mas eu ainda não durmo. ;)

Bem, hoje quando fui ao programa Sociedade Civil da RTP 2 (ver em: http://www.rtp.pt/play/#/?tvprog%253D25965%2526idpod%253D73596%2526fbtitle%253DRTP%20Play%20-%20SOCIEDADE%20CIVIL%2526fbimg%253Dhttp%253A%252F%252Fimg.rtp.pt%252Fmultimedia%252Fscreenshots%252Fscivil%252Fscivil_1_20120309.jpg%2526fburl%253Dhttp%253A%252F%252Fwww.rtp.pt%252Fplay%252F%253Ftvprog%253D25965%2526idpod%253D73596... este link é mesmo grande, é como o programa que é em grande! loool) e pediram-me para levar alguns livros que me inspiraram no projecto. Um dos livros que levei foi "Dormir nu é ecológico".

À medida que estou a caminhar no projecto, comecei a perceber que ser mais poupada está directamente ligado ao ser mais ecológica. Muitas das coisas que compramos, foram sem dúvida crenças que nos foram incutindo como "necessárias" à nossa vida e muitas delas não são mais do que bens desnecessários, anti-ecológicos e muitas vezes, puro luxo. Vou dar um exemplo: sempre usei perfumes, bastante caros e em especial vários ao mesmo tempo, para ir mudando o cheiro, porque sempre fui pessoa de me enjoar de cheiros. Quando me casei pela segunda vez, o meu marido, ecológico e simples, não gostava de cheiro de perfumes e com o tempo fui-me desabituando de os usar, primeiro para o agradar e posteriormente, porque os perfumes já não me faziam sentido... Afinal, haver várias pessoas com o mesmo tipo de cheiro, que piada é que isso tem? Ainda tenho um único perfume (para quem tinha uns 20, estou melhor, hém?) e por exemplo, outro dia fui a um evento "trés chique" e pûs o tal perfume para ir a rigor. Acreditam que fiquei com dor de cabeça no final do dia? Parecia que já não era eu... não me reconhecia, olfactivamente falando!

Outra coisa engraçada que me aconteceu, foi aqui há uns tempos quando tive um jantar com os meus antigos alunos, que já não via à uma data de anos. E qual não foi o meu espanto, quando ao abraçar uma aluna, ela me disse: "Aiii, cheira mesmo à Andresa. É mesmo o seu cheiro, cheira tão bem." E eu, incrédula respondi: "Mas eu não pûs perfume!" E ela disse-me: "Sim, eu sei... mas é o seu cheiro. Como cheira bem. E cheira igual a antigamente, que bom!" E foi aí, que eu descobri que tinha um cheiro... e bom!... :)

O perfume, tal como outras coisas, que nos foram incutindo ao longo do tempo, são gastos no nosso orçamento, mas também gastos no nosso ambiente... e que afinal não fazem muita diferença, porque afinal, nós somos seres perfeitos, que nascemos com tudo o que necessitamos, até com cheiro! :)

Quanto ao livro, "Dormi nu é ecológico", ainda não o li todo... mas várias vezes, o vou folheando para ver onde posso minimizar a minha pegada ecológica. E descobri que no meu dia-a-dia já faço praí um décimo (ehehehe) do que o livro ensina. Por ex: não passo a ferro, não uso perfume, não uso cotonetes, deixo secar o cabelo ao ar, lavo a loiça à mão, só uso água quente para tomar banho, embrulho prendas com papel reciclado ou jornal (com uns brilhantinhos ou flores, fica lindo), não bebo água engarrafada, peço facturas para o email e não em papel, não compro revistas nem jornais, uso incenso em vez de ambientadores eléctricos (que usei toda a vida), jogo jogos de tabuleiro com os amigos em vez de jogos de tv ou computador... Mas... ainda estou a léguas de distância da perfeição ecológica... afinal ainda não durmo nua! :( Eheheheeh...

http://www.youtube.com/watch?v=PcYNUX0g4e8&feature=share (E hoje ofereceram-me esta música... e como diz que "Have you seen her dressed in blue, See the sky in front of you, And her face is like a sail, Speck of white so fair and pale"... até pode ser mesmo um "cadito" à minha imagem) Grata*

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Frases soltas...

Foto by olhares.com
Já aqui falei da minha agenda de 2012 de Manual de Instruções de Desenvolvimento Sustentável... e hoje ao esfolheá-la não resisti em partilhar algumas frases soltas que me chamaram a atenção.

Ora vejamos:
"As coisas que queremos e parecem impossíveis só podem ser conseguidas com uma teimosia pacífica." (Gandhi)

"Na parede de um bar de Madrid, um cartaz avisa: Proibido cantar. Na parede do aeroporto do Rio de Janeiro, um aviso: É probido brincar com os carrinhos de porta-bagagem. Ou seja, ainda há gente que canta e anda há gente que brinca!" (Eduardo Galeano)

"Eu nunca permiri que a instrução escolar interferisse na minha educação." (Mark Twain)

"Estilos de vida sustentáveis têm a ver com necessidades básicas. Usar apenas as coisas quando necessário." (Filipinas)

"Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possui." (John Lennon)

"Cada homem tem a sua parcela de terra para cultivar. O que é importante é que cave fundo." (José Saramago)

"A felicidade está em usufruir e não em possuir." (Michel Montaigne)

"A maneira ideal de viver eficiente e produtivamente , é ter paixão no que se persegue." (Líbano)

"Somos o que partilhamos." (Charles Leadbeater)

http://www.youtube.com/watch?v=V5Bx7ADx1XI&feature=related

domingo, 19 de fevereiro de 2012

O sentido da vida

Com esta coisa da gripe, da febre e da tosse... uma pessoa fica assim a modos que parada, lenta e ao ralanti no que toca ao dia-a-dia. Já faz uma semana que esta coisa da "doença" se apoderou de mim... e por muito que já esteja (muito) melhor, a verdade é que ainda há pouca vontade de "bulir" a 2000 km/hora como é o meu normal.

Bem, isto tudo para dizer, que quando fazemos uma pausa, mesmo que essa pausa nos seja pedida pelo nosso corpo ou pelo Universo ou pelo vírus da gripe, ou sabe-se-lá porquê, é natural que fiquemos a pensar na nossa vidinha. É sempre uma boa altura, quando estamos mais doentes ou debilitados para fazer um ponto de situação, recebermos mimos dos nossos entes queridos, ver um bom filme, ler um livro ou escrever no blog. Bem, eu optei por tudo, como não podia deixar de ser! Se posso ter tudo, porquê me contentar com menos?!!? Ehehehe...

E é do livro que peguei neste meu momento de pausa, que vos quero falar. "O sentido da vida" de Oscar Brenifier e Jacques Després da Editora Edicore, da colecção Filosofia para Crianças.

Apesar de parecer mais nova do que o que sou, ser sempre muito extrovertida e animada e ter muito orgulho em ser uma eterna criança, posso assegurar-vos que filmes de animação, jogos e contos infantis nunca foram o meu forte. Só de lembrar-me das vezes que as minhas melhores amigas trocavam piadas sobre os desenhos animados da nossa infância e eu ficava a olhar para elas, como se estivessem a falar de E.T.'s... dá-me´cá uma vontade de rir... que nem imaginam! Eu sou animada e extrovertida, mas desenhos animados e coisas do género não são realmente o meu forte. Excepto: livros infantis! Não todos... eu adoro mesmo, livros infantis que têm sempre um ponto de reflexão final!

E este que vos falo é um desses livros que simplesmente ADORO: "O sentido da vida"! Os desenhos são gírissimos como se de "fotos-imagens a 3D's" se tratassem e o contéudo é simplesmente genial. Ora aqui vai uma pequena partilha para vocês:
. "Algumas pessoas pensam que a vida tem mais sentido quando é muito preenchida, quando se possuem muitas coisas. Outras acham que a vida tem mais sentido quando não existe nada que nos sobrecarregue."
. "Algumas pessoas pensam que a vida é aceitarmos os sofrimentos que ela nos possa reservar e enfrentarmos as dificuldades. Outras acham que a vida é fugirmos dos problemas e procurarmos sempre viver sem preocupações."
. "Algumas pessoas pensam que a vida é termos um trabalho para ganhar a vida e encontrarmos o nosso lugar na sociedade. Outras acham que desperdiçamos a vida fazendo demasiados esforços, que perdemos o nosso tempo a trabalhar."
. "Algumas pessoas pensam que o sentida da vida é estarmos sempre a brincar, é divertirmo-nos com tudo. Outras acham que o sentido da vida é sabermos comprometer porque ela é um assunto sério."
. "Algumas pessoas acham que a vida é uma coisa preciosa, que devemos fazer tudo para a preservar. Outras pensam que a vida vale menos que os grandes ideias, como a liberdade ou a verdade."
. "Algumas pessoas pensam que o sentido da vida é procurarmos realizar o nosso sonho por mais louco que ele seja. Outras acham que o sentido da vida é sabermos aceitar a realidade como ela é, vivermos bem cada dia."

Algumas pessoas... outras pessoas... somos todos nós... com pensamentos diferentes... com olhares diferentes sobre o sentido da vida... porque no fim das contas... a vida é o que fazemos com ela!

http://www.youtube.com/watch?v=V5Ej_WQhKSI

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Livro para poupar dinheiro dia-a-dia

Muito antes do projecto começar, dei de caras com este fantástico livro na internet, em que indicava dar dicas de poupanças mensais. Não fui de modos, enviei uma mensagem pelo facebook à jornalista Bárbara Barroso a pedir o seu livro para me seguir durante este meu ano e 11 dias de troca e poupança! Realmente, o facebook é uma coisa extraordinária... o que antes poderia ser uma impossibilidade, agora com o facebook é um passinho de bébe. Podemos falar com o Papa ou o Presidente da República num ápice. E assim foi, a Bárbara respondeu-me muito simpaticamente ao meu pedido e antes do projecto começar eu já tinha o livro na minha posse, sendo que a troca era sem dúvida, divulgar o mesmo... e isto, porque ele merece! Se querem saber, como escolher o tarifário correcto para vocês, como poupar àgua e luz, como escolher o crédito à habitação consoante as vossas necessidades, como poupar nas férias ou no Natal ou como poupar nas deslocações para o trabalho, então este livro tem a solução! Por causa deste livro, pensei que seria muito interessante, fazermos um seminário de troca de partilha e boas práticas em que pudessemos dar informações sobre estas e outras temáticas de viva voz, durante uns 20 ou 30 minutos, para que ficasse ao acesso de todos poupar... e por isso, tudo indica que o primeiro seminário do Believe in Portugal, segundo estes príncipios, ocorra no dia 24 de Março. Mas depois darei notícias!

Por enquanto, vejam se arranjam o livro, se o compram, emprestam, trocar ou requisitam na biblioteca, porque vos garanto que tem excelentes ideias de poupança diária!

Boas leituras e boas poupanças a todos!*